A origem do Yes We Créu.


Este é o anúncio oficial da FNAZCA - Criação Rafael Genu criado ANTES do Rio ser escolhido sede das Olimpíadas de 2016, a ser veiculado na revista do Clube de Criação do Rio de Janeiro (CCRJ)




.@marcelotas "Yes We Créu" foi criado dias ANTES do anúncio da cidade-sede, pela FNAZCA, para o CCRJ dhttp://bit.ly/6N3eQ
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Vocês sabiam que "Yes We Créu" foi criado, dias atrás, pelo baixista da PELVs, redator premiado da FNZCA @rafael_genu ?
13 minutes ago from web

O Rafa ateve o cuidado,diias atrás, de pesquisar se Yes We Créu era absolutamente inédito.Encontrou frases parecidas na torcida do Cruzeiro.
12 minutes ago from web

dodoazevedo Nesse meio tempo, um anônimo (não consegui apurar), colocou o mussum abaixo do Slogan Yes We Créu e postou no Twitter.
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Ou seja, "Yes We Créu" era pra ser conhecido pelo mundo apenas AMANHÃ.Mas @GustavoBastos um dos redatores, postou http://twitpic.com/jz560
4 minutes ago from web


Conclusão. O Twitter furou o olho dos geniais publicitários. Coisa pra ser debatida em escolas de Comunicação. Ou... no Twitter.
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O Carioca e a Gema

Tive a honra de ser chamado para fazer a direção musical e discotecar na Festa da Vitória Rio 2016 ontem em Copacabana.

Na noite anterior, sem maiores pretensões. criei esta vinheta. Porque eu, Dodô Azevedo sou, de fato, carioca, com amor e orgulho.







Clique abaixo, escute, baixe, compartilhe. É tudo nosso.



Orgulho Carioca by dodoazevedo

Festival do Rio 2009 - Sugestões e traillers.

Martin Scorcese


Emmanuel Mouret


Manoel de Oliveira


Tom DiCillo


Paula Hernandez



Claire Denis


Agnes Varda



Maria Procházková


Lynn Shelton




Kusturica


Michael Hanakee


Simon Chung


pedro almodovar


Kaija Juurikkala



Alain Resnais


Park Chan-wook


Nora Ephron


Marco Wilms


Marc Webb


Pino Solanas


Yesim Ustaoglu

Nesta sexta, na Bienal do Livro.



Nesta sexta-feira, às 19h, na Bienal do Livro, vou compor a mesa: FILMES IMPERDÍVEIS QUE VOCÊ PODE TER PERDIDO, que prestigia o lançamento do livro "Memórias de um rato de locadora", de L. G. Bayão. Local: Estande da Editora Nitpres Q31-R22, no Pavilhão Verde.

Componentes da mesa:

BIA BRAUNE
Roteirista TV Globo
"Antes do amanhecer", Richard Linklater

DODÔ AZEVEDO
Jornalista
"Separações", Domingos de Oliveira

GUSTAVO GONTIJO
Roteirista TV Globo
"Brilho Eterno de uma mente sem lembranças", Michel Gondry

HUGO MOSS
Roteirista cinema
"O Grande Lebowski", Joel Coen

FESTIVAL DO RIO 2009






FESTIVAL DO RIO 2009
de 24 de setembro a 8 de outubro


Durante 15 dias o Rio de Janeiro será a capital oficial do cinema. O
Festival do Rio vai apresentar mais de 300 filmes de mais de 60 países,
exibidos em cerca de 40 locais, distribuídos entre cinemas e praças da
cidade.

O público vai poder conferir os filmes mais esperados, descobrir raridades,
participar de debates e de sessões especiais com a presença de
personalidades do cinema mundial. A atriz Jeanne Moreau ­ convidada de
honra para o Ano da França no Brasil -, o cultuado e mais que aguardado
diretor Quentin Tarantino, o premiado diretor argentino Juan José
Campanella e uma das precursoras da Nouvelle Vague, a cineasta Agnes Varda
já confirmaram presença.

São mais de 300 filmes divididos por 20 mostras, que vão desde os premiados
e inéditos de diretores consagrados, como Abraços Partidos, de Pedro
Almodovar, Aconteceu em Woodstock, de Ang Lee ­ filme de abertura do
Festival do Rio; Bastardos Inglórios, de Quentin Tarantino ­ sessão de
encerramento, The White Ribbon, de Michael Haneke, Bright Star, de Jane
Campion, passando por apostas, como Fais-mo plaisir, de Emmanuel Mouret, Eu
matei Minha Mãe, de Xavier Dolan, A Pequenina, de Tizza Covi e Rainer
Frimmel, e muitas outras pérolas cinematográficas que dificilmente serão
exibidas de novo no Brasil. (abaixo, alguns títulos)

As já tradicionais mostras Panorama, Expectativa 2009, Première Brasil,
Première Latina, Midnight, Gay, Fronteiras, Dox, Geração (que comemora 10
anos!) se juntam a seções especiais deste ano: a Meio Ambiente, com 8
filmes voltados para os temas ecológicos e sociais; a O Brasil do Outro, um
olhar diferente do nosso país, visto pela ótica estrangeira ou vista de
fora, e Imagens da Turquia, com 6 longas da mais nova safra do cinema
turco ­ uma cinematografia que vem se destacando nos grandes festivais do
mundo.

Acompanhando as comemorações do Ano da França no Brasil, o Festival coloca
em foco o cinema francês, com 4 mostras: a Homenagem a ARTE, dedicada a um
dos maiores canais de televisão da França, com enorme impacto sobre a
produção também de cinema; uma mostra especial dos filmes pouco vistos da
atriz Isabelle Huppert; uma comemoração dos 50 anos do herói gaulês
Asterix, o mais francês dos heróis e uma homenagem à atriz Jeanne Moreau, a
grande dama do cinema mundial, que vem ao Rio especialmente para o Festival
dentro das comemorações da França este ano.

Com o objetivo de espalhar cinema por toda a cidade, o Festival em 2009
aumenta sua extensão para novos públicos. Diversas praças e locais
alternativos de exibição farão parte do circuito oficial do evento. Na
programação, campeões de bilheteria dos últimos tempos.

O Festival ainda, pelo quarto ano abre espaço para os filmes realizados por
celular na Pocket Films e em parceria com o CPCB, exibe o clássico A HORA
DA ESTRELA, de Suzana Amaral, em cópia totalmente restaurada, com sessão de
gala no Odeon Petrobras.

A Cinelândia será o ponto de encontro do público com os convidados
internacionais e com o cinema nacional. As sessões de gala e popular da
Première Brasil acontecem nos cinemas Odeon Petrobras e no Centro Cultural
da Justiça Federal.

O Pavilhão do Festival (localizado no Galpão de Cultura e Cidadania) será a
sede do RioMarket, Cine Encontro e de um novo espaço, especialmente dedicado
aos jogos de cinema:


Mostra PANORAMA DO CINEMA MUNDIAL - Filmes de diretores consagrados, filmes
premiados e exibidos nos principais festivais do mundo; alguns títulos:

- London River (London River / London River), de Rachid Bouchareb (França)
- Corações em Conflito (Mammut / Mammoth), de Lukas Moodysson (Suécia)
- Ricky (Ricky / Ricky), de François Ozon (França)
- Doce perfume (Tatarak / Sweet Rush), de Andrzej Wajda (Polônia)
- It Might Get Loud (It Might Get Loud / It Might Get Loud), de Davis
Guggenheim (Estados Unidos)
- Singularidades de uma rapariga loura (Singularidades de uma rapariga
loura / Eccentricities of a blond hair girl), de Manoel de Oliveira
(Portugal)
- Barba Azul (Barbe Bleue / Bluebeard), de Catherine Breillat (França)
- A Doutrina de Choque (The Shock Doctrine / The Shock Doctrine), de
Michael Winterbottom, Mat Whitecross (Reino Unido)
- The White Ribbon (Das weiße Band / The White Ribbon), de Michael Haneke
(Alemanha)
- A casa Nucingen (La Maison Nucingen / Nucingen House), de Raoul Ruiz
(França)
- 35 Doses de Rum (35 Rhums / 35 Shots of Rum), de Claire Denis (França)
- O maravilhoso mundo da lavanderia (Die Wundersame Welt der Waschkraft /
The Wondrous World of Laundry), de Hans-Christian Schmid (Alemanha)
- Mother (Madeo / Mother), de Bong Joon-ho (Coréia do Sul)
- Amália (Amália / Amália), de Carlos Coelho da Silva (Portugal)
- As praias de Agnes (Les Plages d¹Agnès / The Beaches of Agnès), de Agnès
Varda (França)
- Maradona (Maradona by Kusturica / Maradona by Kusturica), de Emir
Kusturica (Espanha)
- Bastardos Inglórios (Inglourious Basterds / Inglourious Basterds), de
Quentin Tarantino (Estados Unidos)
- Abraços partidos (Los Abrazos Rotos / Broken Embraces), de Pedro
Almodóvar (Espanha)
- Distante Nós Vamos (Away We Go / Away We Go), de Sam Mendes (Estados
Unidos)
- Coco antes de Chanel (Coco avant Chanel / Coco Before Chanel), de Anne
Fontaine (França)
- (500) Dias com ela ((500) Days of Summer / (500) Days of Summer), de Marc
Webb (Estados Unidos)
- Fais-moi Plaisir (Fais-moi Plaisir! / Please, please me!), de Emmanuel
Mouret (França)
- Les Herbes Folles (Les Herbes Folles / Wild Grass), de Alain Resnais
(França)
- Aconteceu em Woodstock (Taking Woodstock / Taking Woodstock), de Ang Lee
(Estados Unidos)
- Brilho de Uma Paixão (Bright Star / Bright Star), de Jane Campion (Reino
Unido)
- A batalha dos 3 reinos (Chi Bi / The Battle of Red Cliff), de John Woo
(China)
- O Desinformante! (The informant! / The informant!), de Steven Soderbergh
(Estados Unidos)
- Nova York, Eu Te Amo (New York, I Love You / New York, I Love You), de
Mira Nair, Fatih Akin, Yvan Attal, Allen Hughes, Shekhar Kapur, Shunji Iwai,
Joshua Marston, Natalie Portman, Brett Ratner, Wen Jiang, Randall Balsmeyer
(França)
- Viagem aos Pireneus (Le Voyage aux Pyrénées / Le Voyage aux Pyrénées),
de Jean-Marie, Arnaud Larrieu (França)
- Julie & Julia (Julie & Julia / Julie & Julia), de Nora Ephron (Estados
Unidos)
- Parada (Parada / Parada), de Marco Pontecorvo (Itália)
- Che 2 - A Guerrilha (Che: Part Two / Che: Part Two), de Steven Soderbergh
(Espanha)
- Mais tarde, você vai entender... (Plus tard, tu comprendras... / One Day,
You Will Understand ), de Amos Gitaï (França)

***
Mostra EXPECTATIVA 2009 - As grandes apostas do cinema contemporâneo,
filmes de diretores que despontam no circuito internacional; Alguns
títulos:

- Só quero caminhar (Sólo Quiero Caminar / Just Walking), de Augustín Díaz
Yanes (México)
- DongBei, DongBei - uma chinesa do norte (Dongbei, Dongbei / A North
Chinese Girl), de Zou Peng (China)
- Tandoori Love - um romance à indiana (Tandoori Love / Tandoori Love), de
Oliver Paulus (Suíça)
- Seraphine (Séraphine / Seraphine), de Martin Provost (França)
- A terceira parte do mundo (La Troisième partie du monde / The Third Part
of the World), de Eric Forestier (França)
- Porco cego quer voar (Babi buta yang ingin terbang / Blind pig who wants
to fly), de Edwin (Indonésia)
- Aguas turvas (De Usynlige / Troubled Water), de Erik Poppe (Noruega)
- O poder do soul (Soul Power / Soul Power), de Jeffrey Levy-Hinte (Estados
Unidos)
- Piquenique (Pescuit Sportiv / Hooked), de Adrian Sitaru (Romênia)
- Yang Yang (Yang Yang / Yang Yang), de Cheng Yu-Chieh (China)
- A Pequenina (La Pivellina / La Pivellina), de Tizza Covi, Rainer Frimmel
(Áustria)
- Retorno a Hansala (Retorno a Hansala / Return to Hansala), de Chus
Gutierrez (Espanha)
- Nada pessoal (Rien de Personnel / Nothing Personal), de Mathias Gokalp
(França)
- Uma vida nova em folha (Une Vie Toute Neuve / A Brand New Life), de Ounie
Lecomte (França)
- Eu matei a minha mãe (J¹ai tué ma mère / I Killed My Mother), de Xavier
Dolan (Canadá)
- Jaffa (Jaffa / Jaffa), de Keren Yedaya (França)
- O dia da transa (Humpday / Humpday), de Lynn Shelton (Estados Unidos)
- Ramata (Ramata / Ramata), de Léandre-Alain Baker (Senegal)
- O pai dos meus filhos (Le père de mes enfants / Father of my children),
de Mia Hansen-Love (Alemanha)
- Coco (Coco / Coco), de Gad Elmaleh (França)
- A Siciliana rebelde (La Siciliana Ribelle / The Sicilian Girl), de Marco
Amenta (Itália)
- 27 Cenas sobre Jorgen Leth (27 Cenas sobre Jorgen Leth / 27 Scenes About
Jorgen Leth), de Amir Labaki (Brasil)

***

Mostra O BRASIL DO OUTRO:

- Rio Breaks (Rio Breaks / Rio Breaks), de Justin Mitchell (Estados Unidos)
- Sergio (Sergio / Sergio), de Greg Barker (Estados Unidos)
- Só quando eu danço (Only When I Dance / Only When I Dance), de Beadie
Finzi (Reino Unido)
- O Areal (O Areal / The Sandpit), de Sebastian Sepulveda (Chile)
- Dançando com o diabo (Dancing with the Devil / Dancing with the Devil),
de Jon Blair (Reino Unido)
- I Am Happy (I am Happy / I am Happy), de Soraya Umewaka (Japão)
- Parajuru (Une semaine a Parajuru / A Week in Parajuru), de José Huerta
(Brasil)
- Os Gracies e o Nascimento do Vale Tudo (The Gracies and the Birth of Vale
Tudo ), de Victor Cesar Bota (Brasil)
- Trópico da Saudade, Claude Lévi-Strauss e a Amazônia (Claude
Lévi-Strauss, auprès de l'Amazonie / Claude Lévi-Strauss, auprès de
l'Amazonie), de Marcelo Fortaleza Flores (França)

***

Mostra GERAÇÃO

- Quem tem medo do lobo? (Kdopak by se vlka Bál), de Maria Procházková
(República Tcheca)
- Eu sei que você sabe (I Know You Know / I Know You Know), de Justin
Kerrigan (Reino Unido)
- O lar das borboletas escuras (Tummien Perhosten Koti), de Dome Karukoski
(Finlândia)
- Cadê meu irmão? (Mein Bruder ist ein Hund / My brother is a dog), de
Peter Timm (Alemanha)
- Somos Todos Diferentes (Taare Zameen Par / Stars on Earth), de Aamir Khan
(Índia)
- Valo (Valo / Valo), de Kaija Juurikkala (Finlândia)
- As aventuras de Gui & Estopa (The Adventures of Gui & Estopa), de Mariana
Caltabiano (Brasil)


****
Mostra PREMIÈRE LATINA - as mais recentes produções do cinema latino.
Alguns títulos:
- A próxima estação (La próxima estación / La próxima estación), de
Fernando E. Solanas (Argentina)
- O segredo dos seus olhos (El secreto de sus ojos / The Secret in Their
Eyes), de Juan José Campanella (Argentina
- Cinco dias sem Nora (Cinco Días sin Nora / Norah¹s Will), de Mariana
Chenillo (México)
- Deuses (Dioses / Gods), de Josue Mendez (Peru)
- A criada (La Nana / The Maid), de Sebastian Silva (Chile)
- Histórias extraordinárias (Historias extraordinarias / Extraordinary
Stories), de Mariano Llinás (Argentina)
- Arranca-me a Vida (Arráncame la vida / Tear This Heart Out), de Roberto
Sneider (México)
- Um Namorado para Minha Esposa (Un Novio Para Mi Mujer / A boyfriend for
my wife), de Juan Taratuto (Argentina)
- As viagens do vento (Los Viajes del Viento / The Wind Journeys), de Ciro
Guerra (Colômbia)
- Navidad (Navidad / Christmas), de Sebastian Lelio (Chile)
- Chuva (Lluvia / Rain), de Paula Hérnandez (Argentina)
- Luisa (Luisa / Luisa), de Gonzalo Calzada (Argentina)
- A beleza da luta (Lo Bello de la Pelea / Beauty of the Fight), de JOHN
URBANO (Estados Unidos da América)
- O presente de Pachamama (El Regalo de la Pachamama / Pachamama), de
Toshifumi Matsushita (Japão)
- Boogie (Boogie, el aceitoso / Boogie), de Gustavo Cova (Argentina)
(animação)

***

Especial ISABELLE HUPPERT:
- A comédia do poder (L¹ivresse du pouvoir / Comedy of Power), de Claude
Chabrol (França)
- 8 Mulheres (8 femmes / 8 Women), de François Ozon (França)
- Um amor tão fácil (La Dentellière / The Lacemaker), de Claude Goretta
(França)
- Mulheres diabólicas (La Cérémonie / A Judgement in Stone), de Claude
Chabrol (França)
- A Separação (La Séparation / The Separation), de Christian Vincent
(França)
- Entre nós (Coup de foudre / At First Sight), de Diane Kurys (França)
- A Lei de quem tem poder (Coup de torchon / Clean Slate), de Bertrand
Tavernier (França)


***

IMAGENS DA TURQUIA

- Mommo (Mommo / The Bogeyman), de Atalay Tasdiken (Turquia)
- O mercado (Pazar - Bir ticaret masali / The Market), de Ben Hopkins
(Turquia)
- A caixa de Pandora (PandoraŒnžn Kutusu / Pandora¹s Box), de Yesim
Ustaoglu (Turquia)
- Leite (Süt / Milk), de Semih Kaplano lu
(Turquia)
- Meu raio de sol (Hayat Va / My only Sunshine), de Reha Erdem (Turquia)
- 10 para as 11 (11¹ e 10 Kala / 10 to 11), de Pelin Esmer (Turquia)

***
MUNDO GAY - filmes premiados, exibidos em diversos festivais do mundo e que
dificilmente serão exibidos comercialmente por aqui;

- Ander (Ander / Ander), de Roberto Castón (Espanha)
- O fim do amor (The End of Love / The End of Love), de Simon Chung (Hong
Kong)
- An Englishman in New York (An Englishman in New York), de Richard Laxton
(Reino Unido)
- Árvores com figos (Fig Trees / Fig Trees), de John Greyson (Canadá)
- Fantasma (Ghosted / Ghosted), de Monika Treut (Alemanha)
- Os Tempos de Harvey Milk (The Times of Harvey Milk / The Times of Harvey
Milk), de Rob Epstein (Estados Unidos)
- Sinos silenciosos (Wu Sheng Feng Ling / Soundless Wind Chime), de Kit
Hung (Suíça)
- Morrer como um homem (Morrer como um homem / To Die Like a Man), de João
Pedro Rodrigues (Portugal)
- Fúria (Outrage / Outrage), de Kirby Dick (Estados Unidos)
- Boy (Boy / Boy), de Auraeus Solito (Filipinas)
- Homens (Homens / Men), de Lucia Caus e Bertrand Lira (Brasil)
- Depois de Tudo (Depois de Tudo / After everything), de Rafael Saar
(Brasil)

****
MIDNIGHT MOVIES A mais cult das mostras, um canto de bizarrices e
transgressões com os melhores filmes experimentais;
- Human Zoo (Human Zoo / Human Zoo), de Rie Rasmussen (França)
- Os Yes Men consertam o mundo ( The Yes Men Fix the World), de Andy
Bichlbaum , Mike Bonanno, Kurt Engfehr (Estados Unidos)
- Sede de Sangue (Bak-Jwi / Thirst), de Park Chan-wook (Coréia do Sul)
- Vogue - a edição de setembro (The September Issue), de R.J. Cutler
(Estados Unidos)
- Big River Man (Big River Man / Big River Man), de John Maringouin
(Estados Unidos)
- Black Dynamite (Black Dynamite / Black Dynamite), de Scott Sanders
(Estados Unidos)
- Uma moda transgressora (Ein Traum In Erdbeerfolie / Comrade Couture), de
Marco Wilms (Alemanha)
- O clone volta para casa (Kuron wa kokyo wo mezasu / The Clone Returns
Home), de Kanji Nakajima (Japão)
- Tyson (Tyson / Tyson), de James Toback (Estados Unidos)
- Hair India (Hair India / Hair India), de Raffaele Brunetti, Marco
Leopardi (Itália)
- A Town Called Panic (Panique au Village / A Town Called Panic), de
Stéphane Aubier, Vincent Patar (Bélgica)
- Amargo (Amer / Amer), de Hélène Cattet, Bruno Forzani (Bélgica)
- Em Busca do Paraíso (Heaven wants out / Heaven wants out), de Robert
Feinberg (Estados Unidos)
- Além do jogo (Beyond the Game / Beyond the Game), de Jos de Putter
(Holanda)
- O rei da fuga (Le roi de l¹evasion / The King of Escape), de Alain
Guiraudie (França)
- American Boy: o retrato de Steven Prince (American Boy: A Profile of
Steven Prince), de Martin Scorsese (Estados Unidos)
- American Prince (American Prince / American Prince), de Tommy Pallotta
(Estados Unidos)
- A Gruta (A Gruta / The Grotto), de Filipe Gontijo (Brasil)
- When you¹re strange (When you¹re strange / When you¹re strange), de Tom
DiCillo (Estados Unidos)
- Matadores de Vampiras Lésbicas (Lesbian Vampire Killers / Lesbian Vampire
Killers), de Phil Claydon (Reino Unido)
- The Chaser (Choo Gyeok Ja / The Chaser), de Hong-jin Na (Coréia do Sul)


***
MOSTRAS DOX e FRONTEIRAS - documentários internacionais, gênero que se
estabeleceu como uma das mais vigorosas vertentes do novo milênio.


mostra DOX

- 211: Anna (211: Anna / 211: Anna), de Giovanna Massimetti, Paolo
Serbandini (Itália)
- Teto de vidro (The Glass House / The Glass House), de Hamid Rahmanian
(Irã)
- Nollywood Babilônia (Nollywood Babylon / Nollywood Babylon), de Ben
Addelman, Samir Mallal (Canadá)
- Os sonhos sobrevivem ao poder? (Le Pouvoir détruit-il le rêve? / Behind
the Rainbow), de Jihan El-Tahri (Egito)
- Amor, sexo e mobilete (Amour, sexe et mobylette / Love, sex and mopeds),
de Maria Silvia Bazzoli, Christian Lelong (França)
- A China continua distante (China is still Far / China is still Far), de
Malek Bensmail (França)
- Rip: um manifesto remixado (Rip: A remix manifesto / Rip: A remix
manifesto), de Brett Gaylor (Canadá)
- American Casino (American Casino / American Casino), de Leslie Cockburn
(Estados Unidos da América)
- Teatro de guerra (Theater of War / Theater of War), de John Walter
(Estados Unidos)
- O cerco neoliberal (L'Encerclement ­ La démocratie dans les rets du
néolibéralisme / Encirclement ­ Neo-Liberalism Ensnares Democracy), de
Richard Brouillette (Canadá)


*
mostra FRONTEIRAS

- Por um instante, a liberdade (Pour un instant, la liberte / For the
moment, freedom), de Arash T. Riahi (França)
- Rachel (Rachel / Rachel), de Simone Bitton (França)
- A madrugada do mundo (L¹aube du monde / Dawn of the World), de Abbas
Fahdel (França)
- Teza (Teza / Teza), de Haile Gerima (Etiópia)
- A Batalha para o Tribunal (The Reckoning / The Reckoning ), de Pamela
Yates (Estados Unidos)
- Fixer: o sequestro de Ajmal Naqshbandi (Fixer: The Taking of Ajmal
Naqshbandi / Fixer: The Taking of Ajmal Naqshbandi), de Ian Olds (Estados
Unidos)
- Lentes abertas: Iraque (Our emotions take the pictures: Open Shutters
Iraq / Our emotions take the pictures: Open Shutters Iraq), de Maysoon
Pachachi (Reino Unido)
- O menino e o cavalo (The Horse Boy / The Horse Boy), de Michel Orion
Scott (Estados Unidos)
- Sussurros ao vento (Sirta la gal ba / Whisper with the Wind), de Shahram
Alidi (Iraque)
- O Fogo sob a neve (Fire Under the Snow / Fire Under the Snow), de Makoto
Sasa (Estados Unidos)
- Estado de emergência (Living in Emergency / Living in Emergency), de Mark
N. Hopkins (Estados Unidos)
- Playground (Playground / Playground), de Libby Spears (Estados Unidos)


***
mostra MEIO AMBIENTE
- Pelo amor à água (Flow: For Love of Water / Flow: For Love of Water), de
Irena Salina (Estados Unidos)
- Nossos filhos nos acusarão (Nos enfants nous accuseront / That should not
be: our children will accuse us), de Jean Paul Jaud (França)
- Petróleo bruto (Crude / Crude), de Joe Berlinger (Estados Unidos)
- Vamos ganhar dinheiro (Let¹s Make Money / Let¹s Make Money), de Erwin
Wagenhofer (Áustria)
- No Impact Man (No Impact Man / No Impact Man), de Laura Gabbert, Justin
Schein (Estados Unidos)
- Plastic Planet (Plastic Planet / Plastic Planet), de Werner Boote
(Áustria)
- Katanga Business (Katanga Business / Katanga Business), de Thierry Michel
(França)
- Roleta da fortuna (Good Fortune / Good Fortune), de Landon Van Soest
(Estados Unidos)

***
MOSTRA GERAÇÃO - uma seleção programada para crianças, jovens e
professores. A mostra oferece oficinas de produção, realiza o Vídeo Forum,
programa em que são apresentados trabalhos audivisuais totalmente feitos
por crianças e adolescentes e, apresenta filmes de diversas partes do
mundo. Este ano completa 10 anos e exibe filmes que se destacaram em sua
programação:

- Quem tem medo do lobo? (Kdopak by se vlka Bál / Who is Afraid of the
Wolf), de Maria Procházková (República Tcheca)
- Eu sei que você sabe (I Know You Know / I Know You Know), de Justin
Kerrigan (Reino Unido)
- O lar das borboletas escuras (Tummien Perhosten Koti / The Home of Dark
Butterflies), de Dome Karukoski (Finlândia)
- Cadê meu irmão? (Mein Bruder ist ein Hund / My brother is a dog), de
Peter Timm (Alemanha)
- Somos Todos Diferentes (Taare Zameen Par / Stars on Earth), de Aamir Khan
(Índia)
- Valo (Valo / Valo), de Kaija Juurikkala (Finlândia)
- As aventuras de Gui & Estopa (As aventuras de Gui & Estopa / The
Adventures of Gui & Estopa), de Mariana Caltabiano (Brasil)

A Paixão de Anticristo


Cena do filme "Anticristo", de Lars Von Trier, 2009.


Uma gata fêmea, bichinho fofo, fica grávida e, na hora de parir, procura o seu closet, aquele casaco que você mais gosta, para botar pra fora fetos finalmente completos, viscosos, sangrentos e ali mesmo, no seu casaco, ela vai lamber o sangue das crias, desprezar sem culpa os filhotes defeituosos para finalmente comer a própria placenta. É tudo muito aterrorizante, é tudo muito caótico, mas é a coisa mais linda que você já viu.

'Anticristo', filme que o dinamarquês de Lars Von Trier fez para se livrar de uma depressão aguda que o levou ao hospital, é como assistir ao parto de uma ninhada de gatos. É ser convencido de que o caos, o mal, a confusão, a intuição e a paixão são aspectos de um mesmo princípio, que é dele que o mundo é feito. O princípio feminino - a coisa mais linda que você já viu.

De cara, ter a coragem de, em tempos politicamente corretos, fazer um filme-tese para dessacralizar a mulher é adimirável. Ser fofo com as mulheres, e fazê-las delas vítimas incondicionais é a regra número um para que se seja aceito entre os seus. Fora as sábias histórias de crianças, cheias de bruxas e madrastas, a Literatura trata o Mundo como antagonista da Mulher.

Lars Von Trier diz que não. Que o Mundo, com toda a sua confusão e caos, o Universo impedoso, é a mulher. É o feminino. É a natureza. Para se recuperar do luto pelo filho que caiu da janela e morreu, um casal viaja para uma cabana no meio de uma floresta linda, quase luxiriante, quase pornográfica. No filme, o local se chama Éden. Adão e Eva vão voltar a ele para um acerto de contas.

Éden, localizado numa floresta da Alemanha, é verde, lindo, a brisa bate, a luz brilha a água é cristalina. Aos poucos e sem truques, apenas orientados pela a câmera, percebemos que o Éden é úmido, frio, tem insetos, que os insetos são esquisitos, que tem pássaros que devoram as crias defeituosas, onde a vegetação briga violentamente entre si pela sobrevivência: trepadeiras se enroscam ocupando violentamente tudo o que tocam, raízes estupram e exploram a terra. Predadores devoram filhotes. Decidido: a Natureza não tem compaixão. Jesus é compaixão. Logo, a Mulher, caótica, complicada, inconstante e dotada do mais natural dos equipamentos, o reprodutivo, é o Anti-Jesus. O Anticristo.

Charlotte Gainsbourg faz o papel da Eva que perdeu, ou matou, o filho que tanto amava. Uma escolha capital para o filme, uma vez que a figura da francesa, magra, frágil, doce, vai no filme, ter que provar ao público que é o Mal encarnado, inclusive cortando o próprio clitoris com uma tesoura, afim de nos lembrar que as civilizações primitivas, tão superestimadas por antropólogos e liberais, frequentemente castram suas mulheres. Willem Dafoe, escalado porque fez o papel de Cristo no filme A Última Tentação de Cristo, de Scorcese, sangra muito mais durante o filme.

Lars Von Trier está de mau humor. E um mau humor mais descomunal do que seus detratores, portanto, nem cheguem perto, não dá pra "ganhar" do cara. Os já famosos 1os 10 minutos de filme, em preto e branco, com câmera lenta de altissima definição são, de fato, acachapantes. E contam várias histórias sem um diálogo sequer, uma vez que perto do fim do filme chega-se à conclusão de que a criança era na verdade o Anticristo, pelo menos na cabeça da mãe, que havia passado o verão na cabana do Éden pesquisando sobre a História da exploração da mulher pelo homem e que chegou a conclusão de que ela, e todas as mulheres, e toda a natureza, são Satã, sem haver nada de errado nisso, sendo o filho o Anticristo, que deveria ser torturado e assassinado sistematicamente por sua própria mãe que, descobriremos no fim do filme, deformava os pés do filho (tranformando-os em cascos demoníacos) para que um dia ele se desequilibrasse e caísse da janela.

As cenas em preto e branco, que descrevem o pouco de rotina de felicidade e harmonia do casal protagonista são as que justamente usam mais tecnologia. Para Lars Von Trier e seu mau humor, a tecnologia, o homem tecnológico é o que nos salva do Mal. E que " zebrinha listrada, coelhinha da páscoa, ursinho peludo? Vão se f*".

Quando o casal faz amor ela pede para tomar uns tapas. Acadêmico, Intelectual, civilizado, AntiNatural, o marido se recusa, justificando: não bato porque te amo. "Então você não me conhece", diz a esposa. É desse desconhecimento da mulher, da natureza humana, da natureza de animais e plantas, que Anticristo quer nos tirar. Quem já bateu em mulher na hora do sexo se deu bem e se você, moço ou moça, não sabe disso ainda, tá na hora de saber. Anticristo de Lars Von Trier que iluminar você de idéias pagãs, graças a Deus.

"A fonte de toda a arte é a psique humana primitiva, necessidade pré-linguística de resolução de todo o cansaço e discordância através da beleza e da harmonia." - diz o teórico americano Robert McKee. Anticristo é a tentativa de Lars Von Trier em resolver o seu próprio cansaço e discordância com o o mundo, apelando para um festival possivelmentente nunca antes visto de imagens belas e harmônicas.

Tenho uma gata, Ana, castrada, que uma vez, para mostrar quem mandava na casa, tascou-me uma unhada no canto do olho, mostrando que me cegaria se um dia precisasse. A ferida que a gata fez no canto do meu olho verteu sangue. Me olhando no espelho, parecia que eu chorava sangue. Mesmo assim, limpei a ferida e olhei para minha gata com uma ternura que não caberia no Éden. E me senti no Paraíso.

Manhattan e porque a vida vale a pena.



"Well, all right, why is life worth living?
That's a very good question.


Well, there are certain things, I guess,
that make it worthwhile.



Like what?



OK... for me...




Ooh, I would say Groucho Marx,
to name one thing.





And Willie Mays.




And... the second movement
of the Jupiter Symphony.






And... Louis Armstrong's
recording of Potato Head Blues.






Swedish movies, naturally.





Sentimental Education by Flaubert.


“Mme. Arnoux se encontrava de novo. Estava a ler uma brochura de capa cinzenta. Os cantos da boca e a testa franziam-se-lhe por momentos, e na fronte passava-lhe um clarão de prazer... Pus-me então a invejar aquele que escrevera essas coisas que a interessavam. Quanto mais contemplava, mais sentia que entre nós se cavavam abismos. Pensava em abandoná-la... se lhe ter arrancado uma palavra...sem lhe deixar sequer uma recordação!...”



Marlon Brando,





Frank Sinatra.





Those incredible
apples and pears by Cezanne.








The crabs at Sam Wo's.







Tracy's face."